segunda-feira, 17 de junho de 2013

Plano de Aula Leitura – Reflexão para a Escrita

Plano de Aula Leitura – Reflexão para a Escrita

Objetivos


Fazer o aluno ser capaz de reconhecer a tipologia narrativa, com ênfase no gênero conto, desenvolver e ampliar a capacidade de leitura, criatividade, interpretação textual, com a construção de uma narrativa.
Conteúdo


Texto Pausa de Moacyr Scliar – Elementos da Narrativa

Anos

9º Ano do Ensino Fundamental

Tempo Estimado

02 aulas

Material necessário


Xerox do Conto – Tesouras – Colas – Sulfites – Revistas velhas

1ª Etapa

Dividir alunos em grupos de 4 elementos
Distribuir 01 cópia do texto para cada integrante
Distribuir revistas


2ª Etapa

Fazer Leitura individual
Fazer Leitura em voz alta
O Grupo não comenta o entendimento individual

3ª Etapa

Cada integrante irá Recortar o conto
Cada integrante recortará figuras
Remontá-lo de acordo com seu critério
4ª Etapa

Colar “as novas narrativas” na Cartolina e Colar figuras relativas a elas
Ler as 4 narrativas: integrantes interagem escolhendo assim qual representa a síntese do texto original.
Avaliação

Criar uma nova narrativa, mesclando as ideias das 4 anteriores e figura (s) que a ilustrem.
Bibliografia
Moacyr Scliar – Texto Pausa
Professor
Edilene Santos

Gêneros Agrupados_Comentários Proposta Dolz & Schneuwly

Entendemos que ao trabalharmos os gêneros textuais por agrupamento desde o 1º até o 9º ano, seria uma forma de familiarizar o aluno, com a prática da leitura e escrita desde sempre.  Ainda que nas séries iniciais do EF, não se tivesse tanto material escrito (o material teria que levar em conta que a alfabetização estaria iniciando-se), logo, teria que ter muita apresentação visual, como desenhos, charges, tirinhas, etc, onde seria desenvolvido o campo visual.  A partir das séries secundárias os gêneros passariam a ser mais textuais, por exemplo, já não precisaríamos de tantas ilustrações, para diferenciarmos, uma notícia de uma carta, uma fábula de um texto explicativo.  

É importante citar que, que pela proposta dos autores, deveríamos, como professores, ser o princípio organizador em nossa função de instrutores e mestres, fazendo com que o trabalho colaborativo atingisse assim seus objetivos na prática da leitura e escrita.  Muito interessante, sempre comentamos em nossas escolas, que nós  fazemos o certo pelo caminho errado, ou seja, trabalhamos o que essa proposta nos dita, porém não sabemos usar esta nomenclatura em nosso trabalho.  

A capacitação é necessária, há a necessidade de todos aprenderem, e partilhar esse conjunto de informações, independente da nossa agenda escolar/profissional e pessoal apertada e de muitos ainda investirem em suas carreiras,  não sobra muito tempo, para o professor atualizar-se, mas acreditamos que o nosso "sacerdócio" está repletos de profissionais que desempenham seu papel da melhor forma possível, dadas as condições e todos temos ciência de que, ler e aprender é sempre o caminho para se fazer o certo!

Edilene Santos - Turma 66 - Grupo 8

sábado, 15 de junho de 2013

PLANO DE AULA



Plano de aula
Objetivos:  Favorecer a leitura  entres diferentes gêneros e uma produção de texto.

Conteúdos: Relatos de experiências/ Notícias de jornais relacionadas ao texto/ Crônicas/ Estudos linguisticos / Elementos de narrativa.

Anos:  6 º e 7º anos

Tempo estimado: 8 aulas

Material necessário:  Textos : Pausa  - Moacyr Scliar/ Avestruz – Mário Prata / Aeroporto – Carlos Drummond / notícias de jornais.

Desenvolvimento: A partir da leitura dos textos e das notícias, incentivando a leitura e a escrita. Compartilhar relatos pessoais  e a produção de uma crônica e notícia.

Etapas:

·         Roda de leitura com anotações individuais sobre as impressões dos textos.

·         Procurar os significados de palavras novas em dicionários.

·         Roda de conversa  sobre as impressões do texto.

·         Estruturação de uma crônica e uma notícia.

·         Produção de uma crônica .

·         Trocas das produções entre os alunos , para leitura e correção da ortografia com o auxilio de um dicionário.

·         Refazer as crônicas depois de todas as correções.

·         Exposição das crônicas.

Avaliação contínua de todo o processo de aprendizagem.

Cinthia Valéria

sábado, 8 de junho de 2013

A menina que odiava livros


Um ótimo vídeo incentivando as crianças a lerem!  Muito legal para quem tem filhos e para nossos alunos!



Olá a todos,a minha experiência com a leitura e escrita começou na infância,minha mãe trabalhava em uma editora e nos trazia muitos livros e como naquela época não tinha computador e internet,eu lia muitos livros.No começo da minha adolescência comecei a escrever um diário(confesso que esse hábito ainda mantenho) e ai se consolidou a minha experiência com a escrita.Hoje gosto da leitura silenciosa e adoro ler em voz alta,leio para os meus alunos como se estivesse representando uma peça,hoje fiquei surpresa e alegre,ao apresentar uma crônica na sala de aula,vários alunos pediram para ler o texto,eu até achei engraçado que eles até "brigaram"para ver quem lia mais,mesmo levando na brincadeira, fiquei feliz por essa disputa para ver quem lia mais o texto.



A minha experiência com a leitura e a escrita foi no início uma habilidade muito complicada, pois tive muita dificuldade para começar a formar as sílabas... Com o tempo e um reforço particular, fui percebendo como era bom descobrir a magia da leitura. Meus livros preferidos eram o de Monteiro Lobato, lia com uma intensidade e prazer. Hoje prefiro algo que me faça a refletir sobre assuntos do cotidiano, então, costumo ler jornais e revistas. Quero me organizar e passar a ler mais, no momento atual estou em falta nesse sentido.
 



Minha experiência com a leitura foi quando li o livro o escaravelho do diabo na quinta série, tomei gosto pela leitura e sou uma apaixonada por livros.


Leitura...mundo mágico!


Minha primeira experiência com o mundo da leitura foi a compra feita por minha mãe, 
de uma enciclopédia infantil denominada Mundo Fantástico da Criança.  
Nela encontrava-se todo o tipo de histórias infantis, fábulas de todas as partes do mundo, 
umas conhecidas e outras das quais nunca ouvíramos falar.  Belas ilustrações tinham aqueles 
livros...minha mãe tentou devolvê-los, éramos pobres e aqueles livros eram um luxo 
não prioritário, já que mal tínhamos roupas e calçados, mas nós éramos uma escadinha 
de 05 filhos e do mais velho ao mais novo todos estavam extasiados com aquele tesouro, 
então ela resolveu ficar e até um tempo atrás ainda tínhamos um ou outro volume perdido 
entre uma mudança ou outra de endereço.  Aprendemos tanta coisa, minha mãe dizia, 
que “...Meus filhos não têm brinquedos, mas terão cultura...” 
Edilene Santos

TAMARA RODRIGUES DOS SANTOS (Cursista)
São Paulo-SP