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Plano de Aula Leitura – Reflexão para a Escrita
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Objetivos
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Fazer
o aluno ser capaz de reconhecer a tipologia narrativa, com ênfase no gênero conto,
desenvolver e ampliar a capacidade de leitura, criatividade, interpretação
textual, com a construção de uma narrativa.
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Conteúdo
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Texto
Pausa de Moacyr Scliar – Elementos da Narrativa
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Anos
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9º
Ano do Ensino Fundamental
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Tempo
Estimado
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02
aulas
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Material
necessário
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Xerox
do Conto – Tesouras – Colas – Sulfites – Revistas velhas
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1ª
Etapa
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Dividir
alunos em grupos de 4 elementos
Distribuir
01 cópia do texto para cada integrante
Distribuir
revistas
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2ª
Etapa
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Fazer
Leitura individual
Fazer
Leitura em voz alta
O
Grupo não comenta o entendimento individual
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3ª
Etapa
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Cada
integrante irá Recortar o conto
Cada
integrante recortará figuras
Remontá-lo
de acordo com seu critério
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4ª
Etapa
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Colar
“as novas narrativas” na Cartolina e Colar figuras relativas a elas
Ler
as 4 narrativas: integrantes interagem escolhendo assim qual representa a
síntese do texto original.
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Avaliação
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Criar
uma nova narrativa, mesclando as ideias das 4 anteriores e figura (s) que a
ilustrem.
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Bibliografia
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Moacyr Scliar – Texto Pausa
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Professor
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Edilene Santos
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
Plano de Aula Leitura – Reflexão para a Escrita
Gêneros Agrupados_Comentários Proposta Dolz & Schneuwly
Entendemos que ao trabalharmos os gêneros textuais por agrupamento desde o 1º até o 9º ano, seria uma forma de familiarizar o aluno, com a prática da leitura e escrita desde sempre. Ainda que nas séries iniciais do EF, não se tivesse tanto material escrito (o material teria que levar em conta que a alfabetização estaria iniciando-se), logo, teria que ter muita apresentação visual, como desenhos, charges, tirinhas, etc, onde seria desenvolvido o campo visual. A partir das séries secundárias os gêneros passariam a ser mais textuais, por exemplo, já não precisaríamos de tantas ilustrações, para diferenciarmos, uma notícia de uma carta, uma fábula de um texto explicativo.
É importante citar que, que pela proposta dos autores, deveríamos, como professores, ser o princípio organizador em nossa função de instrutores e mestres, fazendo com que o trabalho colaborativo atingisse assim seus objetivos na prática da leitura e escrita. Muito interessante, sempre comentamos em nossas escolas, que nós fazemos o certo pelo caminho errado, ou seja, trabalhamos o que essa proposta nos dita, porém não sabemos usar esta nomenclatura em nosso trabalho.
A capacitação é necessária, há a necessidade de todos aprenderem, e partilhar esse conjunto de informações, independente da nossa agenda escolar/profissional e pessoal apertada e de muitos ainda investirem em suas carreiras, não sobra muito tempo, para o professor atualizar-se, mas acreditamos que o nosso "sacerdócio" está repletos de profissionais que desempenham seu papel da melhor forma possível, dadas as condições e todos temos ciência de que, ler e aprender é sempre o caminho para se fazer o certo!
Edilene Santos - Turma 66 - Grupo 8
sábado, 15 de junho de 2013
PLANO DE AULA
Plano de
aula
Objetivos: Favorecer
a leitura entres diferentes gêneros e
uma produção de texto.
Conteúdos: Relatos de experiências/ Notícias de jornais
relacionadas ao texto/ Crônicas/ Estudos linguisticos / Elementos de narrativa.
Anos: 6 º e 7º anos
Tempo estimado: 8 aulas
Material necessário:
Textos : Pausa - Moacyr Scliar/ Avestruz
– Mário Prata / Aeroporto – Carlos Drummond / notícias de jornais.
Desenvolvimento: A partir da leitura dos textos e das
notícias, incentivando a leitura e a escrita. Compartilhar relatos pessoais e a produção de uma crônica e notícia.
Etapas:
·
Roda de leitura com anotações individuais sobre
as impressões dos textos.
·
Procurar os significados de palavras novas em
dicionários.
·
Roda de conversa
sobre as impressões do texto.
·
Estruturação de uma crônica e uma notícia.
·
Produção de uma crônica .
·
Trocas das produções entre os alunos , para
leitura e correção da ortografia com o auxilio de um dicionário.
·
Refazer as crônicas depois de todas as
correções.
·
Exposição das crônicas.
Avaliação contínua de todo o processo de aprendizagem.
Cinthia Valéria
sábado, 8 de junho de 2013
A menina que odiava livros
Um ótimo vídeo incentivando as crianças a lerem! Muito legal para quem tem filhos e para nossos alunos!
Olá a todos,a minha experiência com a leitura e escrita começou na infância,minha mãe trabalhava em uma editora e nos trazia muitos livros e como naquela época não tinha computador e internet,eu lia muitos livros.No começo da minha adolescência comecei a escrever um diário(confesso que esse hábito ainda mantenho) e ai se consolidou a minha experiência com a escrita.Hoje gosto da leitura silenciosa e adoro ler em voz alta,leio para os meus alunos como se estivesse representando uma peça,hoje fiquei surpresa e alegre,ao apresentar uma crônica na sala de aula,vários alunos pediram para ler o texto,eu até achei engraçado que eles até "brigaram"para ver quem lia mais,mesmo levando na brincadeira, fiquei feliz por essa disputa para ver quem lia mais o texto.
A minha experiência com a leitura e a escrita foi no início uma habilidade muito complicada, pois tive muita dificuldade para começar a formar as sílabas... Com o tempo e um reforço particular, fui percebendo como era bom descobrir a magia da leitura. Meus livros preferidos eram o de Monteiro Lobato, lia com uma intensidade e prazer. Hoje prefiro algo que me faça a refletir sobre assuntos do cotidiano, então, costumo ler jornais e revistas. Quero me organizar e passar a ler mais, no momento atual estou em falta nesse sentido.
Minha experiência com a leitura foi quando li o livro o escaravelho do diabo na quinta série, tomei gosto pela leitura e sou uma apaixonada por livros.
Leitura...mundo mágico!
Minha
primeira experiência com o mundo da leitura foi a compra feita por
minha mãe,
de uma enciclopédia infantil denominada Mundo Fantástico da
Criança.
Nela encontrava-se todo o tipo de histórias infantis, fábulas
de todas as partes do mundo,
umas conhecidas e outras das quais nunca
ouvíramos falar. Belas ilustrações tinham aqueles
livros...minha mãe
tentou devolvê-los, éramos pobres e aqueles livros eram um luxo
não
prioritário, já que mal tínhamos roupas e calçados, mas nós éramos uma
escadinha
de 05 filhos e do mais velho ao mais novo todos estavam
extasiados com aquele tesouro,
então ela resolveu ficar e até um tempo
atrás ainda tínhamos um ou outro volume perdido
entre uma mudança ou
outra de endereço. Aprendemos tanta coisa, minha mãe dizia,
que
“...Meus filhos não têm brinquedos, mas terão cultura...”
Edilene Santos
MARCIO VIDAL MARINHO (Cursista)
São Paulo-SP
Educador e poeta, autor de dois
livros, "Receitas Para Amar no Século XXI"(2010) e "A Vida em Três
Tempos"(2013).
Olá!
Comecei a ler por causa das músicas dos Racionais MC's, embora tenha
feito teatro na escola sobre as histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo,
porém nunca soube que poderia pegar um livro para ler na biblioteca.
Aos oito anos, meu irmão ouvia RAP que era novidade no Brasil
e as músicas falavam sobre racismo, Nelson Mandela etc,
então perguntei sobre quem eram as pessoas que as músicas retratavam,
mas ninguém sabia responder, até que, trouxeram um livro que falava sobre
o Mandela e iniciei minha vida nas leituras. Poesia fui conhecer
aos 11 anos mexendo nas coisas da minha irmã mais velha e descobri
uma antologia do Vinícius de Moraes que fiquei impressionado.
Enfim, esses dias fiquei muito emocionado com minha mãe
que ligou para dizer que leu meu segundo livro (inteiro) e
que era o primeiro livro que lia na vida.
feito teatro na escola sobre as histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo,
porém nunca soube que poderia pegar um livro para ler na biblioteca.
Aos oito anos, meu irmão ouvia RAP que era novidade no Brasil
e as músicas falavam sobre racismo, Nelson Mandela etc,
então perguntei sobre quem eram as pessoas que as músicas retratavam,
mas ninguém sabia responder, até que, trouxeram um livro que falava sobre
o Mandela e iniciei minha vida nas leituras. Poesia fui conhecer
aos 11 anos mexendo nas coisas da minha irmã mais velha e descobri
uma antologia do Vinícius de Moraes que fiquei impressionado.
Enfim, esses dias fiquei muito emocionado com minha mãe
que ligou para dizer que leu meu segundo livro (inteiro) e
que era o primeiro livro que lia na vida.
Desculpe escrever tanto, mas esses relatos provocaram essas lembranças.
Abraços,
Marcio Vidal.
Regina Silva Torres de Oliveira
(Cursista)
São Paulo-SP
São Paulo-SP
Olá a todos,sou Regina
Torres,professora de português e será um prazer ouvir e compartilhar
experiências e conhecimentos com todos.Gosto de poesias,principalmente
as de Fernando Pessoa.
EDILENE SANTOS DA SILVA (Cursista)
São Paulo-SP
Olá, sou professora de português,
apaixonada por meus alunos do sexto ano, adoro ler, amo literatura
russa e os Românticos portugueses e brasileiros, sou cinéfila também,
além de amar os animais!!!
CINTHIA VALERIA BATISTA DE SANTANA (Cursista)
São Paulo-SP
Olá pessoal, após 2 anos lecionando tenho a certeza de que amo o que eu faço. Espero nesse curso que eu possa aprender bastante com a minha turma.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O Menino que Carregava Água na Peneira Manoel de Barros
Eu tenho um livro sobre águas e meninos.Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e sair
correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo que
catar espinhos na água
O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que o do cheio.
Falava que os vazios são maiores
e até infinitos.
Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito
porque gostava de carregar água na peneira,
com o tempo descobriu que escrever seria
o mesmo que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
que era capaz de ser
noviço, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro
botando ponto final na frase.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor!
A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou:
Meu filho você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os
vazios com as suas
peraltagens
e algumas pessoas
vão te amar por seus
despropósitos
Trabalhei com esse poema em sala de aula e o resultado foi maravilhoso.
Tamara Rodrigues
Os objetivos do nosso Blog
Nosso Blog foi criado com a expectativa de partilhar experiências de sala de aula, de leitura compartilhada, de vivenciar o novo e de lições vida, como forma de nos atualizarmos sempre, aprendendo com o outro. Um meio para elaborarmos questões pertinentes a nossos questionamentos, se estamos acertando, errando, ou ainda percorrendo o caminho, que facilitará a busca do conhecimento para nós e para nossos alunos!
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TAMARA RODRIGUES DOS SANTOS
EDILENE SANTOS DA SILVA
REGINA SILVA TORRES DE OLIVEIRA
CINTHIA VALÉRIA BATISTA DE SANTANA
MÁRCIO VIDAL MARINHO
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CINTHIA VALÉRIA BATISTA DE SANTANA
MÁRCIO VIDAL MARINHO
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Livro Mundo Mágico
Leitura...mundo mágico!
Edilene Santos
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