Entendemos que ao trabalharmos os gêneros textuais por agrupamento desde o 1º até o 9º ano, seria uma forma de familiarizar o aluno, com a prática da leitura e escrita desde sempre. Ainda que nas séries iniciais do EF, não se tivesse tanto material escrito (o material teria que levar em conta que a alfabetização estaria iniciando-se), logo, teria que ter muita apresentação visual, como desenhos, charges, tirinhas, etc, onde seria desenvolvido o campo visual. A partir das séries secundárias os gêneros passariam a ser mais textuais, por exemplo, já não precisaríamos de tantas ilustrações, para diferenciarmos, uma notícia de uma carta, uma fábula de um texto explicativo.
É importante citar que, que pela proposta dos autores, deveríamos, como professores, ser o princípio organizador em nossa função de instrutores e mestres, fazendo com que o trabalho colaborativo atingisse assim seus objetivos na prática da leitura e escrita. Muito interessante, sempre comentamos em nossas escolas, que nós fazemos o certo pelo caminho errado, ou seja, trabalhamos o que essa proposta nos dita, porém não sabemos usar esta nomenclatura em nosso trabalho.
A capacitação é necessária, há a necessidade de todos aprenderem, e partilhar esse conjunto de informações, independente da nossa agenda escolar/profissional e pessoal apertada e de muitos ainda investirem em suas carreiras, não sobra muito tempo, para o professor atualizar-se, mas acreditamos que o nosso "sacerdócio" está repletos de profissionais que desempenham seu papel da melhor forma possível, dadas as condições e todos temos ciência de que, ler e aprender é sempre o caminho para se fazer o certo!
Edilene Santos - Turma 66 - Grupo 8

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